Rss Feed Tweeter button Facebook button Linkedin button
13/04/2026
|

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Alugar escritório de luxo é mais fácil em NY

Posted by Fred Rangel
Comment
2
fev

January 2012 – Folha de São Paulo
www.folha.com.br.

Achar sala comercial de alto padrão em São Paulo dá mais trabalho do que buscar espaço similar na principal cidade dos EUA. No Brasil, a demanda aumenta e tende a se espalhar para outras regiões. Por outro lado os Estados Unidos se ressentem da crise.

Pesquisa da consultoria Jones Lang LaSalle mostra que a taxa de vacância de escritórios tipo A- o segundo na escada de qualidade – em São Paulo, a maior metrópole brasileira, é metade da verificada em Nova York. Dos 2,6 milhões de metros quadrados de escritórios com essa característica na capital paulista, 6% estão vagos. Enquanto na cidade norte-americana, o percentual é de 12%, de um total de 22,2 milhões de metros quadrados.

“A gente vive um momento fora da curva”, afirma Luiz Lessa, sócio da consultoria, ao comentar a crescente demanda por esse tipo de escritório no Brasil. Os dados se referem ao primeiro semestre do ano passado. Para Lessa, o processo de “internacionalização” do país, com empresas estrangeiras chegando ou ampliando negócios, tende a continuar nos próximos anos. Isso deve ser impulsionado ainda mais com a realização de eventos esportivos, como a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016.

Enquanto isso, o mercado de Nova York ainda não se recuperou da crise de 2008. Mesmo sentindo esses efeitos, manter um escritório de luxo naquela cidade continua mais caro. O preço do metro quadrado na metrópole norte-americana é cerca de 10% mais elevado do que em São Paulo: US$ 47 por mês, ante US$ 43 no Brasil. “O mercado brasileiro de escritórios é relativamente pequeno em comparação ao tamanho do país e ao porte da economia”, dizem os pesquisadores. Isso tem puxado os preços para cima e feito com que os valores se aproximem dos de Nova York.

Segundo definição da empresa, a classificação do escritório em A ou AA considera aspectos como localização, itens de segurança e distribuição do espaço. Prédios nas avenidas Luís Carlos Berrini (zona sul) e Brigadeiro Faria Lima (zona oeste), na Vila Olímpia (zona oeste) e em Alphaville (na Grande São Paulo) têm os preços mais elevados da metrópole. Segundo a pesquisa, 80% das unidades de luxo do Brasil estão localizadas em São Paulo (60%) e no Rio (20%).

Especialistas apontam, no entanto, o início de um movimento de descentralização por causa de novos empreendimentos fora desse eixo. É o caso do complexo industrial e portuário de Suape, a 60 km do Recife, onde se espera aporte de mais de R$ 20 bilhões até 2014.

Os setores de comércio e serviços eram a base da economia de Pernambuco. Mas, nos últimos anos, a indústria ganhou força. “O que aconteceu foi a chegada de novos setores à economia do Estado”, diz Luís Henrique Valverde, diretor de incorporação imobiliária da Odebrecht.

No fim de 2011, a construtora iniciou a venda de escritórios de alto padrão em três torres empresariais lançadas pela companhia. É a primeira fase de um complexo nos arredores do porto, com investimento de R$ 450 milhões. Em três meses, todas as 557 unidades foram vendidas. Segundo Valverde, o empreendimento foi idealizado para atender empresários que chegam a Pernambuco.

Região da Paulista terá novo triplo A

Posted by Fred Rangel
Comment
2
fev

January 2012 – Valor Econômico

A Jones Lang LaSalle começou a buscar, neste mês, locatário para edifício de padrão triple A, que será erguido pela Fakiani Estefam em terreno nas proximidades da avenida Paulista, em São Paulo, na rua Bela Cintra, uma das principais regiões da capital paulista. O valor mensal da locação do prédio pode chegar a R$ 1,12 milhão, se considerado o preço pedido de R$ 140 por metro quadrado e os oito mil metros quadrados de área. A região da Paulista tem uma das menores taxas de vacância de edifícios corporativos de alto padrão da capital, com 3,5% no fim do ano passado, conforme a Jones Lang.

Essa vacância resulta da combinação de baixa oferta de novos edifícios, da demanda por escritórios de alto padrão e da atratividade do local devido aos serviços das redondezas. Em 2011, o preço médio pedido pelo metro quadrado de edifícios triple A na região composta pela avenida Paulista e pela primeira quadra de suas transversais foi de R$ 150, e foram fechados valores de R$ 130 a R$ 135, segundo o diretor de locação da Jones Lang, André Costa. “A média de alta dos preços pagos pelas melhores lajes foi de 35%”, diz.

A intenção é que o novo edifício seja alugado por um único ocupante, mas se isso não for possível em até seis ou nove meses antes da entrega, a Jones Lang buscará múltiplos ocupantes. Os investimentos nas obras são estimados em R$ 50 milhões. O terreno de dois mil metros quadrados foi comprado, no fim de 2011, por R$ 30 milhões.

Segundo a Cushman & Wakefield, dois edifícios de escritórios de alto padrão passarão a compor o estoque da região em 2012. Não há previsão de entrega de nenhum edifício corporativo em 2013. O projetos de escritórios comerciais da Paulista mais aguardado pelo mercado é o edifício triple A Torre Matarazzo, desenvolvido pela Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) e pela Cyrela Commercial Properties (CCP), que deve ficar pronto em 2015.

Construtoras fazem de tudo para contratar

Posted by Fred Rangel
Comment
2
fev

January 2012 – Valor Econômico
O momento é de aquecimento para o setor da construção civil no Brasil. A grande demanda por obras públicas e de infraestrutura para os eventos esportivos que serão sediados no país apresentou ao setor o problema da escassez de mão de obra. Com prazos para serem cumpridos, empreiteiras espalhadas pelo país foram até o Acre recrutar haitianos, estão distribuindo prêmios em dinheiro e até fazendo sorteios para atrair trabalhadores.

Nos próximos dez dias, pelo menos 28 haitianos serão integrados às equipes de trabalho da construtora mineira Urb Topo. Eles chegaram ao país pela cidade de Brasileia, que tem sido a porta de entrada para centenas de haitianos no Brasil. Essa imigração despertou a preocupação do governo no início do ano, que anunciou a liberação de R$ 1,3 milhão para a assistência em saúde no Estado e a concessão de 1,2 mil vistos permanentes a cada ano para haitianos que queiram viver e trabalhar no Brasil.

Foi em Brasileia que o gerente de recursos humanos Frederico Moraes encontrou os seus mais novos 28 funcionários. “Saí de Contagem [na região metropolitana de Belo Horizonte] com todo o programa definido. A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Acre ajudou a encontrar esses trabalhadores, que já estavam com a documentação regularizada. Até a retirada deles do Acre será paga pelo governo”, explica.

Imóvel em SP atrai investidor externo

Posted by Fred Rangel
Comment
2
fev

January 2012 – O Estado de S. Paulo
Café, açúcar, minérios e, agora, apartamentos. O boom imobiliário brasileiro vira atração internacional e mobiliza bancos estrangeiros e fundos de pensão para investir em ações do setor no País. Da Suíça ao Canadá, passando pelos Estados Unidos e Reino Unido, investidores estão sendo atraídos pelos lucros da construção civil no Brasil.

Na semana que vem, o banco privado suíço Vontobel lançará um produto para investidores que queiram aplicar no Brasil. Não se trata de ações da Embraer ou de empresas de mineração e açúcar e álcool. O chamariz é o setor imobiliário. O banco selecionou ações de 12 empresas que já atuam no setor de construção no Brasil e criou uma cesta para oferecer a investidores.

“Já temos recebido telefonemas de interessados”, disse ao Estado o chefe de produtos financeiros do banco, Lionel Pilloud. Segundo ele, se essa primeira experiência funcionar, o banco não descarta ampliar a oferta nos próximos meses.

A conta é simples: há ainda um déficit habitacional enorme no Brasil, a economia e os salários aumentam e as obras para a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos estão apenas começando.

Para atrair investidores, o banco aponta que, entre 2008 e 2010, o preço de lançamentos em São Paulo dobrou. Além disso, enquanto o investimento em imóveis por habitante chega a US$ 2,6 mil nos Estados Unidos, ainda é de apenas US$ 250 no Brasil, uma indicação de que há muito espaço para crescer.

Em seu site, o banco resume a situação brasileira. “Há uma década, o Brasil era ainda um mercado emergente arriscado para investimentos. Hoje, o País tem um sistema político e financeiro saudável. Com um endividamento relativamente baixo, renda em alta, melhores condições de acesso ao crédito e um aumento da demanda por hipotecas. Ao mesmo tempo, o Brasil enfrenta um déficit de habitações”, explica o banco.

Na cesta de ações oferecidas pela instituição estão as empresas de shopping centers BR Malls, Iguatemi e Multiplan, as incorporadoras Eztec e Cyrela, além da Duratex e da Gerdau, ligadas ao setor de construção.

O investidor jamais verá o apartamento ou imóvel construído. Comprará em dólares, euros ou francos suíços a ação na Bovespa, na expectativa de que o valor dessas empresas cresça nos próximos anos. Para o banco, que se aliou a outros para montar a operação, trata-se de uma aposta de médio prazo.

Os bancos suíços não estão inventando a roda. Um recente levantamento feito pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, na sigla em inglês) mostrou que o Brasil é o segundo lugar mais cobiçado do mundo para investidores do setor de construção, abaixo apenas dos EUA, mas acima da China. No Reino Unido, operadores da City de Londres confirmam que têm apontado a expansão do setor imobiliário brasileiro como fator para convencer investidores a aplicar dinheiro no Brasil.

Ainda nesta semana, os dois maiores fundos de pensão do Canadá anunciaram a compra de 49% das ações do Shopping Botafogo Praia, por US$ 80 milhões. Os fundos Ivanhoe Cambridge, de Quebec, e CPP Investment Board, de Toronto, têm ampliado os investimentos em imóveis pelo mundo. Para a CPP, porém, o mercado brasileiro tem se transformado em algo “particularmente atraente” diante do crescimento da economia e da expansão da classe média.

Para o fundo de pensão, o principal motivo do crescimento do setor no Brasil é a expansão da classe média, que deve ser ampliada em 30 milhões de pessoas nos próximos anos. Para Peter Ballon, chefe do fundo para as Americas, a ampliação seria equivalente à inclusão da população inteira do Canadá no mercado.

O Citibank é outro que sugere a seus investidores aplicações no mercado imobiliário brasileiro. O banco, em nota recente a investidores, alerta que aqueles com um perfil mais conservador deveriam manter as aplicações em “propriedades de alta qualidade nos distritos de negócios de cidades como Pequim. Londres, Munique, Nova York, Paris e Sydney”. Mas, para aqueles que aceitam um risco maior, mercados com alta taxa de crescimento deveriam ser considerados. Entre eles, estaria o Brasil, com um retorno bem acima de mercados como Europa e EUA.

Imóveis ficarão mais caros ao longo do ano

Posted by Fred Rangel
Comment
2
fev

January 2012 – Diário do Grande ABC
Quem deixou para comprar a casa própria neste ano pode preparar o bolso. Ao que tudo indica, os imóveis devem manter a mesma valorização de preços que em 2011 – entre 15% e 20%. “Os índices de venda de lançamentos no Estado devem até encarecer”, projeta o economista-chefe do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo, Celso Petrucci.

Apesar da supervalorização nos imóveis, especialmente no segundo semestre, o que preocupou empresários do setor sobre uma possível baixa na venda de unidades, o presidente da Viana Negócios Imobiliários, Aparecido Viana, é enfático: “Imóvel sempre vai valorizar, porque a oferta é sempre menor e, a demanda, maior”.