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12/05/2025
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Limite de compra de imóvel com FGTS pode subir para R$ 750 mil

Posted by Fred Rangel
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13
dez

Dezembro/2012 – Folha de S. Paulo

Governo considera elevar teto para estimular economia; decisão ainda depende do aval de Dilma

Fundo pode ser usado em compra à vista ou em financiamento com juro menor; limite hoje é de R$ 500 mil

Em mais uma medida para estimular a economia, o governo avalia aumentar de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo dos imóveis que o trabalhador pode comprar com o seu saldo do FGTS, tanto à vista como financiado dentro do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que tem juros menores.

A medida é uma reivindicação antiga das construtoras e que estava engavetada. Segundo a Folha apurou, nos últimos dias, porém, ela entrou na pauta de discussão do governo diante da necessidade de criar mais estímulos para reanimar a economia.

Tecnicamente, a medida está pronta e tem a simpatia de Guido Mantega (Fazenda). A palavra final caberá a Dilma Rousseff. Com seu aval, o governo precisará aprovar resolução no CMN (Conselho Monetário Nacional, presidido por Mantega). Oficialmente, o órgão diz considerar adequado o teto de R$ 500 mil.

Uma preocupação apontada por técnicos é o impacto que a medida poderá ter nos recursos do fundo. Mas parecer da Caixa Econômica Federal, gestora do FGTS, repassado à Fazenda, estima que só 0,2% dos cotistas atuais se enquadrariam na faixa de renda compatível com imóveis desse preço.

Além disso, os saques adicionais para compra de moradia foram projetados em cerca de R$ 700 milhões, o que não foi considerado nenhuma “sangria”.

Em razão desse temor, uma proposta que surgiu foi a de elevar o valor apenas em grandes capitais, como São Paulo, Rio e Brasília, onde o preço do imóvel subiu muito nos últimos anos, mas há dúvidas sobre restrições legais.

CLASSE MÉDIA

Argumenta-se que a medida seria positiva sobretudo para a classe média e movimentaria empresas com foco na construções de moradias mais caras que as realizadas no Minha Casa, Minha Vida. Na avaliação de técnicos do governo, a elevação faria um universo maior de trabalhadores ter acesso a juros mais baixos, mesmo que não usem o FGTS na hora da compra. Apesar de a taxa máxima dos imóveis financiados no SFH ser de 12%, hoje, segundo o governo, o valor cobrado varia de 7,5% a 10,5% ao ano.

Outra avaliação é que a mudança permitiria uma atuação mais forte dos bancos privados, que costumam financiar imóveis de valor próximo do teto atual de R$ 500 mil. Os financiamentos da Caixa, principal agente financeiro do setor e com público alvo de menor renda, ficam em torno de R$ 300 mil. Em um impacto de mudança R$ 700 mi é quanto haveria de saques adicionais no FGTS com a mudança no teto, segundo a Caixa Econômica Federal.

Após 2012 de ajustes, setor imobiliário projeta 2013 melhor

Dezembro/2012 – Folha

Profissionais do setor imobiliário reunidos no mês passado no evento Brazil GRI 2012 (Investimento e Desenvolvimento Imobiliário no Brazil) falam sobre 2012 e traçam perspectivas para 2013. Leia abaixo:
Leandro Abreu, diretor no Brasil da GID Internacional Group
2012
“A velocidade de venda mudou. Não que tenha ficado ruim, ela só se estabilizou. Voltou para uma velocidade mais sustentável a longo prazo. De 2009 até o ano passado se vendia tudo muito rápido. E isso nem sempre é bom para os negócios. Agora, comprar terrenos está mais fácil. As empresas de capital aberto não estão no mercado fazendo leilão por eles. Então, acabamos fazendo mais aquisições e começando novos projetos. ”
2013
“O mercado vai começar a melhorar a velocidade de venda quando tivermos uma melhor equação no nível de alavancagem do consumidor (recursos comprometidos), que tem que baixar, para ele ter acesso ao financiamento. Assim, poderá comprar o imóvel para morar, que é onde enxergamos maior demanda.”
Martin Jaco, diretor de Investimento da BR Properties
2012
“Este ano tivemos o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro bastante reduzido. Isso implica em todos os segmentos imobiliários. O nosso, que é comercial, foi impactado diretamente. Menos crescimento, menos emprego, menos necessidade de área de escritórios para funcionários. Porém, não foi um ano ruim. A questão é que todos ficaram mal acostumados com o crescimento extraordinário. De uma hora para outra um aluguel de R$ 80 passou para R$ 140. É magnífico, mas não é sustentável. Então, se em um ano você tem um crescimento de 60/70 efetivo e no outro de 10%, parece pouco, mas não é. Este foi um ano bom.”
2013
“As perspectivas para 2013 são melhores que em 2012. Para o ano que vem o esperado é o crescimento do Brasil. Significa novas contratações, consumo aumentando e mais áreas de escritórios e galpões.”
Walter Cardoso, presidente da C.B. Richard Ellis
2012
“O mercado está vivendo um momento muito interessante. É um dos ciclos mais longos de alta que já vi. Começou em 2005 e perdura até hoje, porém, com sinais de fadiga. Então, você já tem uma demanda menor por conta da economia que andou muito mal no segundo trimestre e metade do terceiro. Acho que vamos terminar o ano muito bem.”
2013
“Acredito que o ano que vem seja igual. A liquidez no Brasil está ótima. O único problema é se tivermos uma tempestade financeira muito forte na China, nos Estados Unidos ou na Europa, que tem efeito aqui fora. Mas, sem isso, estamos equilibrados. Se começarmos a crescer 1,5% ou 2% não é um problema.”
Thiago Cordeiro, diretor Executivo da BTG Pactual (Retail)
2012
“Hoje, a massa de novos consumidores com poder aquisitivo maior e com crédito que tem se estendido em larga escala, faz com que os investidores imobiliários não tenham uma euforia muito grande com o mercado de retail.”
2013
“Em 2013/2014, você terá 81 shoppings em desenvolvimento. Isso adiciona ao mercado mais de 27% de área bruta locável. O que é bastante significativo. Mas a indústria deve continuar seletiva, crescendo em dois dígitos por mais alguns anos.”
Marcus Araújo, presidente da Datastore
2012
“Houve uma desaceleração nas vendas em todo Brasil. Mas isso não se deve à intenção de diminuição de compra a médio e longo prazos. Estimamos, através de pesquisas, que a intenção de compra está em 30% de qualquer alvo de renda, em qualquer cidade, em 24 meses. A velocidade caiu porque a tomada de decisão a curto prazo diminuiu mais de 30%. A vontade e a existência de compra existem.”
2013
“O próximo ano terá uma leve recuperação.”

Setor de construção está mais otimista

Posted by Fred Rangel
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13
dez

Dezembro/2012 – Valor Econômico

Ana Castelo: “A aproximação com o patamar de 2011 é um sinal de melhora”

A diminuição na queda da confiança dos empresários da construção sinaliza que o setor vai reforçar seu crescimento em 2013, segundo Ana Castelo, coordenadora da Sondagem da Construção da Fundação Getulio Vargas (FGV). O estudo mostra que no trimestre findo em novembro a confiança do setor recuou 3,1% frente ao mesmo período do ano passado, a menor retração desde que o indicador começou a ser apurado, em setembro de 2011. Em outubro, a queda havia sido de 5,1%.

“É natural um recuo porque o Índice de Confiança da Construção começou a ser medido no momento em que o setor passava pelo melhor momento. A aproximação com o patamar de 2011 é um sinal de melhora”, afirma. Sua expectativa é que o setor de construção repita em 2013 o crescimento de 4% estimado para 2012, mas com uma importante diferença. Ao contrário do que se viu neste ano, a previsão é que 2013 comece fraco e termine forte, deixando uma herança de aceleração para 2014.

“Mas tudo vai depender da regulamentação das medidas lançadas na terça pelo governo e do desenrolar dos projetos e da economia”, afirma. Ela destaca que muitas construtoras fazem subcontratações. Por isso, os termos da desoneração da folha serão essenciais para verificar a eficácia da medida.

Terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o governo vai substituir a contribuição de 20% sobre a folha das construtoras e prestadoras de serviços por outra de 2% sobre faturamento. Estima-se que as empresas deixarão de recolher R$ 2,8 bilhões. Segundo Mantega, isso permitirá a redução dos preços dos imóveis, além de promover o aumento da produtividade e dos investimentos. “Se a regulamentação for adequada, as empresas terão um impulso, já que o custo de mão de obra é apontado como um dos limitadores da expansão do setor”, diz Ana. O estudo da FGV mostra que, no segmento de edificações, o custo da mão de obra aparece como o terceiro maior gargalo, ficando atrás somente de escassez de mão de obra qualificada e da competição no próprio setor.

Os dados da sondagem ainda revelam que houve piora na confiança dos empresários do segmento de edificações e também do ramo de preparação de terreno, o que indica certa cautela no mercado. “Preparação de terreno é um segmento antecedente. A sinalização é de que a retomada da construção será lenta, devendo ganhar ritmo no decorrer de 2013.”

O segmento que deve puxar a construção no fim deste ano e início do próximo é o de infraestrutura. Na passagem de outubro para novembro, a confiança no ramo de obras viárias apresentou forte aceleração, subindo de 3,2% para 7,8% na média trimestral comparada ao mesmo período de 2011. “Isso se deve à retomada nas obras rodoviárias, impulsionadas pela expectativa quanto ao programa de logística lançado recentemente pelo governo”, diz Ana. “É consenso que a sustentação do crescimento da economia passa pelo investimento em infraestrutura. Se não houver uma ampliação, a aceleração da atividade vai cessar em 2014.”

A confiança do segmento de edificações, entretanto, que já havia caído 4,7% em outubro, baixou 5% em novembro, nas mesmas bases de comparação. “Percebemos menos obras se iniciando porque foi formado bastante estoque neste ano”, pontua Ana. Segundo ela, as empresas também reclamaram da burocracia para se obter licenças para os lançamentos, o que atrasou muitos projetos. “Por um lado, isso foi até positivo, porque permitiu um ajuste nos estoques. Ano que vem, os lançamentos devem ser melhores e provavelmente haverá boa receptividade, já que há vários incentivos para empresas e famílias.”

Financiamento imobiliário ainda pode crescer mais, diz Abecip

Posted by Fred Rangel
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13
dez

Dezembro/2012 – DCI
O presidente da Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octávio de Lazari Júnior, acredita que o crédito imobiliário no País ainda tem espaço para se desenvolver nos próximos anos.

Neste ano, porém, o crédito imobiliário passou por uma forte desaceleração. Lazari ponderou que essa desaceleração foi positiva, pois refletiu o freio de arrumação do setor, em que as empresas se reorganizam depois de problemas operacionais “O empresariado ficou mais maduro”, disse, acrescentando que o crescimento daqui em diante será mais sustentável, sem grandes variações.

Em relação aos recursos (funding) para o crédito imobiliário, Lazari disse que eles estão garantidos até ao menos 2015, tendo em vista a desaceleração no setor de construção associado aos bons níveis de captação por meio da caderneta de poupança. “De janeiro a outubro, a captação da poupança somou R$ 27 bilhões”, disse. Ele acrescentou que outras ferramentas de funding, como os covered bonds, estão sendo desenvolvidas.

Os comentários de Lazari foram feitos ontem durante palestra na mesa-redonda sobre as perspectivas para o Brasil e o mercado imobiliário.

O mercado imobiliário em São Paulo deve apresentar uma retomada em 2013, de acordo com avaliação de Basílio Jafet, presidente da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci-Brasil).

Em relação às medidas de desoneração fiscal anunciadas na terça-feira pelo governo federal para as empresas de construção, Jafet disse que o impacto será positivo, principalmente porque as construtoras vinham trabalhando com margens de rentabilidade muito estreitas.

Secovi-SP diz esperar melhora em 2013

Posted by Fred Rangel
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10
dez

Dezembro/2012 – Valor Econômico

Embora as projeções de lançamentos e vendas de imóveis residenciais para o próximo ano, em São Paulo, ainda não tenham sido traçadas, representantes do setor disseram, ontem, esperar que o ano de 2013 seja melhor que 2012. Em evento do setor, o vice-presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet, disse que a perspectiva é que haja crescimento de lançamentos e vendas em São Paulo em 2013.

Conforme representantes do setor imobiliário, este ano foi marcado por um “freio de arrumação” nos lançamentos. Prazos mais longos do que se esperava para a concessão, por órgãos públicos, de licenças para lançamentos, além de questões como busca de mais rentabilidade pelas incorporadoras e necessidade de consumir menos caixa levaram à redução dos novos projetos apresentados.
Segundo Jafet, o aumento do número de projetos aprovados nos últimos meses é uma das razões para a expectativa de aquecimento do mercado em 2013.

No próximo ano, haverá crescimento do financiamento habitacional tanto para pessoas físicas quanto para empresas, de acordo com o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior. Em 2011, devido ao menor volume lançado, o crédito para pessoas jurídicas só voltou a crescer em outubro.
Lazari disse considerar que a redução de lançamentos, durante 2012, resultou da maturidade do mercado brasileiro e foi importante para o setor colocar a casa em ordem. “O ajuste no setor foi extremamente importante para que pudéssemos continuar a crescer de maneira sadia. Não houve nenhum problema de ruptura, de quebra das empresas”, disse.

Um dos desafios para 2013, conforme o presidente da Abecip, é preparar instrumentos financeiros atrelados ao crédito imobiliário para quando forem necessárias outras formas de financiamento em função do esperado esgotamento dos recursos da poupança.
O presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, disse que as medidas de estímulo ao setor anunciadas, na terça-feira, pelo governo federal foram consideradas interessantes, mas que o setor ainda não fez análise “mais profunda” da desoneração da folha de pagamento. A tributação do INSS foi alterada de 20% da folha de pagamento para 2% do faturamento.

É preciso ter mais claro, conforme Bernardes, se as empresas com alto nível de terceirização poderão abater o valor retido pelos prestadores de serviços. “As conversas são de que a Receita Federal concordou que isso seja feito”, afirmou. Jafet, disse que medidas de redução de custo são bem-vindas e que pode haver, por consequência, alguma redução no preço final do imóvel, “mas ainda não dá para saber de quanto”.

O presidente da JHSF, José Auriemo Neto, afirmou que o cenário para os próximos quatro anos é favorável a investimentos. Os desafios para que uma incorporadora seja eficiente estão relacionados principalmente à capacidade de execução, segundo ele.

SP: a cada 60 minutos, 24 novos apartamentos são liberados para compra

Posted by Fred Rangel
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10
dez

Dezembro/2012 – InfoMoney

São Paulo é a cidade que possui mais lançamentos imobiliários no País.
SÃO PAULO – A cada 60 minutos, 24 novos apartamentos estão disponíveis para compra imediata na cidade de São Paulo. A capital paulista é a região que mais apresenta lançamentos imobiliários no País. Segundo a outlet de imóveis RealtOn, a cidade de São Paulo tem 80 mil imóveis em 509 lançamentos, contando com residenciais, comerciais/escritórios e até quartos de hotel.
Logo em seguida, vem o Rio de Janeiro, com aproximadamente 34 mil unidades. O ranking apontou as regiões de Salvador, Distrito Federal, Belo Horizonte e Curitiba na sequência.
Expansões
Em relação ao logradouro “mais importante” de São Paulo – Avenida Paulista – o CEO da RealtOn, Rogério Santos, explica que a região não possui áreas livres para construções e, por conta disso, o desenvolvimento natural está caminhando em direção às regiões da Vila Olímpia, da Chácara Santo Antônio e da própria Faria Lima.
A capital paulista tem 80 mil imóveis em 509 lançamentos.
Sobre esta última região, Santos conta que existem 18 empreendimentos comerciais em edificação ao longo da avenida Brigadeiro Faria Lima, o que, por consequência deve trazer imóveis residenciais para a região.
“Por conta do trânsito caótico das grandes cidades, viver próximo ao trabalho será uma tendência nacional e então a demanda com imóveis residenciais nestas regiões será alta”, conta o especialista.